Seguros e Gestão de Riscos na visão da Addunt

Com o amadurecimento contínuo das instituições financeiras no Brasil e no mundo, cada vez mais as entidades reguladoras dispõem sobre a implantação de sistema de controles internos nas sociedades seguradoras, no que tange ao estabelecimento de diversas dimensões de controle lastreadas nos mais atuais frameworks de gestão disponíveis.

Dessa forma, a Gestão de Riscos em seguradoras deve ser parte integrante das atividades diárias do negócio. Riscos gerenciados de maneira eficaz habilita todos os níveis de colaboradores da companhia a identificar, analisar, corrigir ou proporcionar um ambiente em que os desvios encontrados possam ser corrigidos em tempo hábil ou reportados aos níveis competentes de maneira que viabilizem as tomadas de decisões dos executivos.

Uma boa prática de Gestão de Riscos, associada a uma forte cultura de controles, monitoramento, canais competentes e adequados de comunicação, levam a identificação de oportunidades a fim de proporcionar a melhoria contínua e inovação dos processos.

No entanto, fazer uma boa Gestão de Riscos Operacionais, alinhada aos regulamentos internos e Compliance, independentemente do porte da seguradora, não é uma tarefa fácil. Assim, muitas empresas falham na seleção da melhor abordagem de gestão e controles efetivos e consistentes com a natureza, complexidade e risco das operações realizadas.

Muitas técnicas podem ser utilizadas para minimizar possíveis perdas e prejuízos (sejam eles de negócios ou operacionais), produzindo efeitos positivos nos ativos e receitas das Companhias Seguradoras.

Dessa forma, a consultoria pode lhe auxiliar no mapeamento de risco e definição de controles adequados, tendo como referência cases de sucesso de diversas indústrias. A Addunt pode lhe ajudar neste desafio, identificando o remédio e a dose mais adequados ao tamanho de seu desafio e orçamento.

O mercado de Seguros no cenário atual

Entre 2008 e 2010, o cenário internacional demonstrava uma situação favorável para os diversos tipos de seguros. No Brasil, de 2013 a 2016 com a economia rumo à recessão, o mercado, mesmo em períodos de grandes dificuldades, se mostrou resiliente, apresentando resultados expressivos se comparado a outros setores.

Já no ano passado, mesmo com a nova equipe econômica e mudanças de regras, houve um saldo – ainda que tímido – positivo de 1,0% com promessas do PIB em 2018 para a ordem de 2,5% a 3,0%.

Especialistas estão otimistas com os primeiros sinais de recuperação da economia e a redução da taxa básica de juros. Ainda que o índice de desemprego ainda seja alto no Brasil, as seguradoras seguem fazendo investimentos em novos produtos, tecnologia, gestão de pessoas e de risco, a fim de alcançar resultados ainda mais expressivos neste ano.

No Brasil, apenas 30% dos veículos têm seguro; cerca de 12 a 15% das residências são seguradas e 4% da população brasileira possui alguma apólice.

A excelência da indústria financeira do Brasil é base para o mercado segurador que está em transformação…

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